
Didn't I make you feel like you were the only man, well yeah,
An' didn't I give you nearly everything that a woman possibly can ?
Honey, you know I did!
And each time I tell myself that I, well I think I've had enough,
But I'm gonna show you, baby, that a woman can be tough.
I want you to come on, come on, come on, come on and take it,
Take another little piece of my heart now, baby, (break a..)
Break another little bit of my heart now, darling, yeah. (come on)
Hey! Have another little piece of my heart now, baby, yeah.
You know you got it if it makes you feel good,
Oh yes indeed.
Algumas, várias, músicas em inspiram. Essa é uma.
Shows inteiros também me inspiram - vide o último do Los Hermanos, no Victoria Hall, com a companhia de Willi e Du.
Me lavra a alma, me leva embora
Deixa haver samba no peito de quem chora![]()
E, realmente, é preciso força. Amanhã, FUVEST. Por isso esse post é curto, só pra constar.
Cortei a cabeleira hippie. Quem se importa?
Hoje é niver da May.
Ah, sim...
Jacqueline was seventeen...
E se eu fosse mais teocentrista ou dramática, diria que esse é um sinal divino pra que nunca mais fale ou cante.
Tomar chuva, tossir, me atrasar... tudo isso consegue me irritar menos do que ouvir, praticamente de 5 em 5 segundos, frases como:
- Dá pra falar mais alto?
- Fala direito comigo!
- Não estou te entendendo.
- Ahm?
- Repita, por favor.
- Tua voz tá muito estranha...
- Tua voz tá sumindo!
- Tua voz sumiu!
- Ei, mudinha!
- Canta pra gente! - irônica...
- Quê? Você vai virar atriz pornô? Fala de novo que eu não tô entendendo.
- Vem falar aqui na frente pra eles poderem ler teus lábios, pelo menos...
E sim, ficar afônica, átona, sem voz, muda, como preferirem. Ainda ontem a voz falhava um pouco, mas durante a noite emudeci, e hoje não saía nada, a não ser que eu forçasse muito um sussurar bem mais fraco que aquele da Mariah Carey.
Minha solução é uma overdose de balas de gengibre; chá de gengibre; bolo de gengibre; limão, maçã, arroz, feijão e gengibre.
Nada como dantop de morango. Há tempos não comia.
E nada como Fahrenheit 9/11 numa tardezinha de quarta-feira.
You´ve got your ball
you´ve got your chain
Tied to me tight tie me up again
Who´s got their claws
in you my friend
Into your heart I´ll beat again
Sweet like candy to my soul
Sweet you rock
and sweet you roll
Lost for you I´m so lost for you
You come crash into me
And I come into you,
I come into you
In a boys dream
In a boys dream
E pela primeira vez hoje, estou ouvindo algo que não é Franz Ferdinand! Sr. Mayer covering Lover Lay Down da DMB...
É, acho que estou com fome, viu...
Se alguém achar uma garganta por aí, tô aceitando doações...
Senior year, same old question. She said: 'What do you wanna do"? I said: "Play my guitar and sing". She said there's no such thing.
Salvation...
Eu apareço do nada pra postar. É que quando a gente fica indignada com o mundo, não há cristo que faça Tatiane dormir, estudar sem falar nada.
Não dá pra entender...
O Bush ganha eleições; as pessoas são burras, muitas são tão retardadas quanto esse alien e as coisas ficam bem. Simplesmente bem (ou superficialmente bem).
Outras pessoas sofrem. Sofrem. Sofrem. E a fome vai matando pouco a pouco (na Somália, aqui do lado)... mesmo com exército da salvação jogando mantimentos, mesmo com (ou sem) esperança de sobrevivência. E as pessoas sofrem.
E dói tanto ver o mundo todo contra os ventos alísios; ver o mundo todo errado. Todo errado.
Dói tanto não saber mudar as coisas. Não saber, não conseguir, não entender.
Nas entrelinhas e/ou na conotação do verbo, as coisas estão erradas. Eu não me canso de repetir.
Como diria Marisa Monte num clichê musical: Não é fácil...
Ouviram bem? Nâo é fácil, não.
Será que os loucos se salvam? Será que os loucos são felizes no final? (Se alguém responder sim, eu e meu amigo Uma Hora e Quarenta temos esperança. Nós, e toda a festa de perdidos sem alma).
Simplesmente não tenho mais cabeça, nem aturo mais a injustiça geral. Não é falso moralismo, porque não se trata só de moral.
Quantos mais? Quantas vezes mais?
Eu devo realmente ter uma visão distorcida da realidade; ou não. E tudo tem que mudar.
No more.